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"Antes morrer livres que em paz sujeitos" - Globaltuga - Açores Online...
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Informação
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Tuesday, 09 March 2010 22:50 |
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José Sócrates afirmou que a proposta de Programa de Estabilidade de Crescimento é ambiciosa, uma vez que «metade dos países europeus vai aumentar o défice em 2010 e Portugal não só não vai aumentá-lo como vai reduzi-lo, e é dos países onde essa redução vai ser maior».
José Sócrates fez uma declaração ao País após a apresentação do PEC aos partidos parlamentares, na Residência Oficial, na qual delineou os seus principais aspectos. O PEC parte de uma «opção clara e fundamental de não aumento de impostos, com uma excepção para os rendimentos acima dos 150 mil euros anuais, que passam para a taxa de 42% de imposto, e este excepção é em nome da justiça e da equidade que deve existir» na presente situação de crise económica. O Primeiro-Ministro afirmou também que aumentará a tributação das mais valias mobiliárias, e passará a haver limitação de benefícios fiscais para os escalões de mais elevados rendimentos e para a grandes empresas. Haverá também cortes em todas as áreas da despesa da Administração Pública, mantendo-se a regra da admissão de um funcionário por cada 2 saídos (que já reduziu em 73 mil o número de funcionários nos últimos 4 anos). Nas prestações sociais serão impostos tectos, de modo a permitir dirigi-las às pessoas que delas efectivamente carecem, e serão igualmente colocados tectos aos benefícios fiscais. No campo das despesas de investimento, são mantidas no essencial as opções já tomadas no que respeita ao novos Aeroporto de Lisboa, às concessões rodoviárias e ao comboio de Alta Velocidade Lisboa-Madrid, sendo adida a construção da linha de AV Lisboa-Vigo, nomeadamente para aproximação às posições políticas dos partidos parlamentares que defendem a redução das grandes obras públicas. José Sócrates sublinhou que estas medidas «são justas e necessárias» e «têm como objectivos relançar economia e equilibrar as finanças públicas» e «defender a credibilidade e a confiança na economia portuguesa».  |
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Informação
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Tuesday, 09 March 2010 22:43 |
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Além dos efeitos positivos, a globalização também pode ter consequências negativas para os trabalhadores menos qualificados, que correm mais riscos de perder o emprego. O Fundo Europeu de Ajustamento à Globalização pode representar uma ajuda preciosa para quem procura um novo emprego e, no dia 9 de Março, o Parlamento Europeu vai votar a mobilização do Fundo para a Alemanha e a Lituânia. Eis alguns exemplos de como a União Europeia ajudou as 'vítimas da globalização' em 2009.
Se, no dia 9 de Março, os eurodeputados decidirem a mobilização do Fundo Europeu de Ajustamento à Globalização (FEAG), os ex-trabalhadores alemães da Karmann e os ex-trabalhadores lituanos da empresa AB Snaigė de fabrico de frigoríficos e de duas das suas empresas fornecedoras poderão beneficiar de 7,6 milhões de euros para fins de formação, auto-emprego e orientação profissional.
O Conselho deverá decidir a mobilização no dia 8 de Março e a Comissão Europeia procederá à transferência do fundo para os Estados-Membros, no prazo de 15 dias a contar da votação pelo plenário do Parlamento Europeu. Os Estados-Membros dispõem de doze meses para utilizar o dinheiro.
Ajudar os desempregados em 2009
Em 2009, o Parlamento Europeu aprovou 10 candidaturas de 8 Estados-Membros, num montante global de 52.349.047 euros, relacionados com 15.827 despedimentos.
A drástica diminuição da procura de automóveis a nível mundial fez com que os trabalhadores da indústria automóvel fossem seriamente afectados pela crise económica. Entre os beneficiários de 2009 incluem-se os trabalhadores do sector automóvel do fabricante sueco Volvo, de um fabricante austríaco e de um fabricante espanhol.
Entre as áreas mais afectadas inclui-se igualmente o sector da construção, que não só teve de se confrontar com a quebra na procura de casas, mas também com o aumento do preço das matérias-primas. Entre os beneficiários de 2009 incluem-se os trabalhadores da construtora neerlandesa Heijmans.
Em 2009, o Fundo Europeu de Ajustamento à Globalização também foi mobilizado para trabalhadores da indústria têxtil (Portugal, Bélgica e Espanha), das telecomunicações (a Nokia transferiu a sua produção alemã para a Ásia e a América Latina) e de fabrico de computadores (a Dell decidiu fechar a fábrica na Irlanda e transferi-la para a China).
Funcionamento do Fundo Europeu de Ajustamento à Globalização
Os Estados-Membros devem candidatar-se ao Fundo, desde que se tenham verificado pelo menos 500 despedimentos num período de 4 a 9 meses. As candidaturas podem dizer respeito a medidas activas como procura de emprego, formação e criação de empresas. O Fundo pode suportar até 65% dos custos totais, sendo o restante montante da responsabilidade do Estado, região ou autoridade local, de acordo com a situação em causa. |
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Desporto
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Wednesday, 17 February 2010 19:38 |
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A 2ª mão da eliminatória:
9 Março 2010 ARSENAL-FC PORTO, 5-0 (Bendtner 10', 25', 90'+1 gp, Nasri 63', Eboué 66')
Fiorentina – Bayern Munchen 3-2
10 Março 2010 Real Madrid - Lyon Man. United - Milan
16 Março 2010 Sevilha - CSKA Moscovo Chelsea - Inter
17 Março 2010 Barcelona - Estugarda Bordéus - Olympiacos
Resultados da 1ª mão:
Lyon, 1 - Real Madrid, 0 Milan, 2 - Man. United, 3 Bayern Munique, 2 - Fiorentina, 1 Porto, 2 - Arsenal, 1 Estugarda, 1 - Barcelona, 1 Olympiacos, 0 - Bordéus, 1 CSKA Moscovo, 1 - Sevilha, 1 Inter, 2 - Chelsea, 1
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Last Updated on Tuesday, 09 March 2010 21:59 |
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Informação
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Monday, 08 March 2010 22:49 |
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A votação começa hoje, através da Internet, SMS ou telefone e há 21 lugares à corrida, sendo que os Açores e o Centro do País são as Regiões que mais candidaturas têm na lista final, com 5 locais cada.
No entanto, no final, e devido às regras de eleição, cada Região pode, apenas, arrecadar dois títulos.
Na Região Autónoma dos Açores foram escolhidos: Paisagem Vulcânica da Ilha do Pico, para a categoria de Grandes Relêvos; Algar do Carvão, na ilha Terceira e a Furna do Enxofre, na ilha Graciosa, na categoria de Grutas e Cavernas. Lagoa das Sete Cidades, na categoria de Zonas Aquáticas Não-Marinhas. Lagoa do Fogo, nas Zonas Protegidas. Para votar pode aceder a esta ligação: http://www.7maravilhas.sapo.pt/#/pt/votacao Seguindo esta ligação ter à página do evento, onde deve fazer a sua selecção. Pode submeter a sua votação on-line, para o que deve efectuar um registo na página do evento, ou então pode enviar a sua selecção por SMS
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Informação
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Monday, 08 March 2010 22:24 |
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A partir de agora é sempre com nº de contribuinte. Cada vez que carregamos o telemóvel no multibanco e não pedimos factura com o número de contribuinte, as operadoras de telemóveis poderão evitar pagar todos os impostos devidos
enquanto nós, consumidores, pagamos os preços mais caros da Europa. Guardem uma cópia do cartão de contribuinte no bolso ou decorem o número - são só nove dígitos. Sempre que pagarem o telemóvel por Multibanco, net, etc., exijam sempre recibo com o vosso nº de contribuinte (menos uma fuga aos impostos). Sensibilize toda a família e amigos, ponha-os ao corrente disto. Se todos pagarem os impostos devidos, caberá menos a cada um de nós. |
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Informação
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Tuesday, 09 March 2010 19:51 |
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O presidente do Governo dos Açores disse esta tarde que a Região tem sido, por regra, solidária com o país na adopção de medidas restritivas, quando é esse o caso, mas sublinhou que “somos um exemplo no plano da gestão das finanças públicas que deve ser considerado.”
Carlos César – recebido pelo primeiro-ministro José Sócrates, em audiência em que também se encontrava presente o ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, e integrada na apreciação das medidas previstas pelo Plano de Estabilidade e Crescimento (PEC) elaborado pelo Governo da República – acentuou a ideia de que os Açores gerem com responsabilidade e parcimónia os seus recursos, não sendo, como disse, “contribuintes líquidos da degradação da situação financeira que o país sofreu.”
Assim, prosseguiu, a Região – embora solidária com todos os portugueses – não pode ser cruelmente atingida como destinatária das medidas de contenção previstas no PEC, pelo que, neste encontro com o primeiro-ministro, ficaram salvaguardados alguns aspectos relativos à execução dessas medidas.
Desde logo, revelou Carlos César, “a manutenção, ao nível actual e previsto no Orçamento para 2010, das transferências ao abrigo da Lei de Finanças das Regiões Autónomas de 2007, bem como nos próximos anos em que perdura e está em vigor o Plano de Estabilidade e Crescimento.”
Outro aspecto relaciona-se com o recurso ao endividamento por parte dos Açores. Aí, disse o governante, ter-se-á em conta a sua reprodutividade, isto é, os casos em que esse endividamento se mostre necessário à comparticipação de investimentos comunitários ou em situações de grande excepcionalidade. Ou seja, “a questão do endividamento será tratada como até aqui, estando garantidas as fontes de financiamento extraordinário previstas no orçamento da Região já aprovado.”
No que se refere ao programa de privatizações, revelou que esclareceu com José Sócrates aquilo que são as missões de serviço público que algumas empresas do sector público desempenham com reflexos nos Açores, como são os casos, por exemplo, da TAP e da ANA, esta última com investimentos previstos, designadamente no Faial e nas Flores, que não serão prejudicados.
No final do encontro desta tarde Carlos César afirmou, também, ser necessário que o país conheça qual o nível de responsabilidade de cada força política e de cada meio institucional na concretização desses objectivos indispensáveis, criticando o PSD e o CDS por criticarem uma alegada falta de medidas para o combate ao défice e, ao mesmo tempo, a adopção dessas medidas.
“É fundamental que, na Assembleia da República, os partidos que estão do lado da redução do défice, que estão do lado da criação de condições para favorecer o crescimento económico, o esclareçam através de uma votação clara, com base na proposta de resolução que será apresentada com as principais linhas do Plano de Estabilidade e Crescimento.”
Para o presidente do Governo dos Açores, “chegou a altura da verdade e, portanto, o PSD e o CDS não podem ficar apenas com a carne, deixando ao PS e ao Governo o osso, assumindo as suas responsabilidades.” |
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Informação
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Tuesday, 09 March 2010 19:49 |
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O diploma que cria a Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos dos Açores (ERSARA), uma pessoa colectiva de direito público, dotada de personalidade jurídica e autonomia administrativa e financeira, foi publicado hoje em Jornal Oficial.
Sujeita à superintendência e tutela do membro do Governo competente em matéria de ambiente, a ERSARA tem como missão exercer as funções reguladoras e orientadoras nos sectores de abastecimento público de água, das águas residuais urbanas e dos resíduos e, complementarmente, funções de fiscalização e controlo da qualidade da água para consumo humano na Região.
Nos termos deste diploma, que entra em vigor a 1 de Abril próximo, ficam sujeitas à regulação da ERSARA as entidades que operem no âmbito dos serviços da água para consumo humano, recolha e tratamento de águas residuais e as entidades gestoras, operadoras de gestão e as entidades gestoras de fluxos específicos de resíduos.
Este decreto legislativo regional alarga ainda ao sector da água o âmbito da entidade reguladora que tinha sido criada nos Açores em Agosto de 2007 para os serviços de resíduos, e define a forma, a natureza jurídica e as normas de funcionamento da nova entidade reguladora.
Para dotar a ERSARA dos meios financeiros necessários ao cumprimento das suas obrigações, são também criadas por este diploma taxas de regulação destinadas a custear os encargos inerentes à regulação estrutural, económica e da qualidade dos serviços.
Com a criação desta entidade reguladora, o Governo pretende estabelecer um quadro legal e institucional para a regulação do sector da água e dos resíduos na Região capaz de assegurar a defesa dos interesses públicos em matéria de protecção ambiental, saúde pública e equidade social e que possibilite também a fixação de regras claras para o envolvimento de todos os agentes interessados. |
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Informação
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Monday, 08 March 2010 22:24 |
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A Comissão Europeia (CE) aprovou, cinco novos organismos geneticamente modificados (OGM) e um deles é o cultivo da batata do grupo alemão BASF. Após 12 anos de polémica, a legislação sobre produtos transgénicos deverá mudar a partir deste próximo Verão, dando mais liberdade aos países europeus que quiserem produzir um OMG. A Comissão já autorizava com frequência a importação de produtos OGM. A grande novidade foi a da batata Amflora, um tubérculo concebido pela BASF,
destinada à utilização industrial para a fabricação de amido e para a alimentação de animais. Quem parece não concordar são os ecologistas no Parlamento Europeu, que já se manifestaram contra e relembram que ainda existem dúvidas sobre as possíveis consequências para a saúde humana e o ambiente. De igual modo, a ACRA possui grandes reservas em relação a esta temática, uma vez que ainda não foram efectuados estudos suficientes de modo a testar quais as consequências para a saúde pública e ambiental com a produção e utilização destes alimentos transgénicos. |
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